Datação arqueológica

Além do site, ela também enviou um pequeno texto sobre datação arqueológica, para clarear um pouco o assunto. A prof. Tânia fez também um ppt para ajudar a compreesão. Ver este documento no Scribd. Published in: Material de Apoio; on 15 de abril de 2009 at 18:30 Comments (1) Métodos de Datação em Arqueologia Adriana Schmidt Dias UFRGS MÉTODOS DE DATAÇÃO RELATIVOS Ordenam eventos em sequencia, sem estimativa de tempo precisa. Podem ser de três tipos: 1) Estratigráfico \u2013 É a base da pesquisa de campo arqueológica e oferece suporte contextual para as datações absolutas. A datação de objetos arqueológicos é um processo interdisciplinar, envolvendo física, química e biologia. Todos os métodos para se inferir a idade de um artefato ou de fósseis são baseados no estudo das alterações químicas e físicas que acontecem lentamente ao longo do tempo com o material de que o objeto é feito. A datação arqueológica por ressonância paramagnética eletrônica (D-RPE) funciona de maneira análoga à datação por termoluminescência (D-TL). Toda amostra fóssil fica exposta à radiação ionizante ambiental produzida por U, Th, K e raios cósmicos, por um longo período. (UEL 2020) Um dos processos de datação arqueológica ocorre calculando o porcentual r da quantidade de carbono 14. 0 0 Redação quinta-feira, 11 de junho de 2020. Leia o texto a seguir. Luzia é de inestimável valor científico por se tratar do mais antigo fóssil humano paleoamericano já encontrado no Brasil. O crânio e ossos da coxa e ... Back Início Mundo Bíblico Escrituras Examinando as Escrituras Arqueologia Bíblica Métodos de Datação Arqueológica. Métodos de Datação Arqueológica. Imprimir Email Por Marcos Teixeira 12830 ... a diferença não é mensurável muita precisão. É por isso que a maioria das pessoas dizem que a datação por carbono só é boa para ... A datação arqueológica consiste na quantificação do carbono-14 (6C14), um isótopo radioativo do carbono, em um determinado corpo ou objeto em estudo. O 6C14 é formado quando um nêutron proveniente dos raios cósmicos é capturado por um átomo de nitrogênio (7N14), expelindo um próton. BAFFA, O. O método de datação arqueológica por ressonância paramgnética eletrônica. Rev. do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Suplemento 2: 151-160, 1997. Fig. 3 — Diagrama simplificado de um espectrómetro de ressonância paramagnética eletrônica (RPE). Microondas são produzidas por um gerador e enviadas através de um guia de ondas para a amostra. Módulo 1: Métodos de prospeção arqueológica (12 horas) Módulo 2: Métodos de escavação arqueológica (15 horas) Módulo 3: Técnicas de registo arqueológico de campo (8 horas) Módulo 4: Métodos de datação e cronologia (15 horas) 6. CERTIFICADO No final da formação os formandos aprovados receberão 2 Certificados: A datação arqueológica consiste na quantificação do carbono-14 (14C6), um isótopo radioativo do carbono, em um determinado corpo ou objeto em estudo. O 14C6 é formado quando um nêutron proveniente dos raios cósmicos é capturado por um átomo de nitrogênio (14N7), expelindo um próton.

Fazem 7 anos que vi um fantasma

2020.02.18 19:33 nuwandar Fazem 7 anos que vi um fantasma

Criei essa conta pra registrar esta história.
Brasil, 2013.
Eu e meu sogro estávamos na cozinha tomando café no final da tarde, sentados na ponta da mesa que dava bem ao lado da porta do corredor. Acho que falávamos sobre negócios, câmbio e bolsa de valores, algo do gênero. Foi quando um homem apareceu na porta do corredor, um negro bem alto com umas roupas velhas e sujas (parecia um mendigo) olhou para nós, virou de costas e entrou dentro da parede. Eu olhei para o meu sogro por um instante, sem saber o que dizer e percebi que ele começou a lacrimejar. Falei que tinha alguém dentro de casa, me levantei e comecei a vasculhar os cômodos. Lembro de sentir raiva por ter alguém dentro de casa e a vontade querer pegar o cara. Depois de ter checado tudo, volto para mesa e meu sogro está lá, chorando. Tendo passado tantos anos, eu entendo agora que o choro já servia de confirmação para a pergunta que ia fazer a ele, mas naquele momento eu não estava pensando com clareza. Eu o perguntei se ele havia visto um homem no corredor, ele respondeu que sim. Eu disse que não era possível, procurei na casa inteira estava tudo fechado não tinha como ter alguém ali conosco. Foi aí que ele me perguntou algo que me desmontou completamente. Meu sogro me perguntou se eu havia visto o cara entrar dentro da parede... Sim. É isso mesmo. Agora vamos esclarecer algumas coisas...
Me considero um cético, ateu, bacharel em Física e licenciado em Língua Portuguesa. Trabalhei com arqueologia, recuperação de arquivos e atualmente gerencio contas de investimento. Eu sempre fui o cara da ciência, sabem? Meu sogro, por sua vez, sempre foi um religioso devoto mas também muito pragmático. Sei que ele já havia trabalho com pesca, também em navios de carga e naquela fase de sua vida, trabalhava com transporte logístico de carga marítima.
A casa em que estávamos era alugada por ele, muito antiga, tão antiga que tinha um sótão (algo extremamente incomum onde moramos) e como se não bastasse, também tinha um porão. Na mesa ele também me perguntou se eu tinha checado o porão e respondi que sim, não havia nada de estranho e a porta do porão que dava para uma área mais baixa da casa em que ficava uma espécie de quintal com uma casinha de ferramentas estava trancada. Estava anoitecendo e ele ficou preocupado que pudêssemos estar, de alguma forma, em perigo. Disse para nos trancarmos dentro de um dos quartos e recolhemos algumas armas, para caso algo realmente viesse a acontecer e tivéssemos que nos defender. Eu não chequei o sótão porque era de acesso mais difícil, muito alto e embora eu alcançasse, seria um esforço físico que considerei inútil e, claro, também lembro de considerar que não entraria no sótão sozinho de forma nenhuma depois de ter visto aquele homem no corredor. Eu estava começando a ceder ao medo.
Foi uma noite estranha, mas nada mais aconteceu. Pela manhã, novamente à mesa, ele começou a me contar uma história que ouviu do senhor que havia lhe alugado a casa. Nomearei o senhor em questão de Jonas. O Senhor Jonas havia lhe contado que o seu pai lhe disse, ainda na infância, que naquela casa de sua família o seu avô havia cometido um crime. Meu sogro disse que o avô do Senhor Jonas havia mantido um homem negro, livre, ainda como escravo no início dos anos 1900-1910, o mantendo sempre dentro da casa, sem contato com ninguém. Quando um dia o homem negro descobriu a condição de escravo em que se encontrava não era permitida, que ele podia sair da casa e não tinha obrigação de obedecer aquela família, ele tentou fugir. Foi quando o avô do Senhor Jonas o feriu com tiro e ele morreu na casa...
Dias se passaram, tudo foi esquecido, mal digerido mas ainda assim esquecido e, por algum motivo, resolvi limpar o sótão. Dentro do sótão não havia iluminação elétrica mas o dia estava tão claro que tudo estava visível. Bastou que eu entrasse na primeira galeria do sótão (onde o acesso era justamente pelo teto da cozinha) que eu vi algumas coisas bem ajeitadas em um cantinho (onde seria o pé da caixa d'água de alvenaria, em cima de um dos banheiros). Recolhi aquelas coisas, eram uma pequena caixa de madeira e algo enrolado em um pano. Desci do sótão e coloquei as coisas em cima da mesa da cozinha. Desenrolei o pano e descobri um crânio humano. Imediatamente cogitei que a história pudesse ser verdade e lembro do sentimento de interesse pelo crânio em si (na época trabalhava com pesquisa arqueológica). Já a pequena caixa continha apenas uma carta e uns papéis rabiscados, muito antigos mas que eu duvido que a datação batesse com a do crânio. Na carta não havia nada de interessante, mas em um dos papéis havia escrito algo como "criado canoa morto por desobedecer 1907". Resolvemos deixar os achados no mesmo lugar onde os encontrei, mas adicionando uma cruz e imagem impressa do rosto de Jesus, conforme vontade do meu sogro. Eu iria, 4 anos mais tarde, conhecer o Senhor Jonas e ouvir a história de sua própria voz.
Acho importante dizer que, o que eu vi não era uma imagem desfocada, translúcida, fantasmagórica. Eu vi um homem tão real quanto qualquer outro que vejo todos os dias. O irreal foi vê-lo de alguma forma se embrenhando dentro de uma parede. É impossível não me emocionar enquanto relembro. Me dá um pouco de medo e me faz sentir muito pequeno. Me lembro do rosto dele, dos olhos, do aspecto sofrido. Muitas vezes me pego pensando, tentando achar respostas plausíveis, digeríveis... Luto com minha mente pra aceitar que eu vi um fantasma.
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